De uma vida o tecido matiz,

Um só fio da tella bordada,

Um só fio hade ser o feliz.

Tudo o mais é illusão, é mentira,

Brilho falso que um tempo seduz,

Que se apaga, que morre, que é nada

Quando o sol verdadeiro reluz.

De que serve guardar monumentos

Dos inganos que a espr’ança forjou?

Vãos reflexos de um sol que tardava