Mais ella tem brilho e graça,

É como a flor das ruinas.

Não, Pepita, não t’a dou...

Fiz mal em dar-te essa flor,

Que eu sei o que me custou

Trattá-la com tanto amor.

VIII.
ESTE INFERNO DE AMAR.

Este inferno de amar—como eu amo!

Quem m’o pôs aqui n’alma... quem foi?

Ésta chamma que alenta e consome,