Ai, que não te intendo, flor!
Se a borbuleta vaidosa
A desdem te vai beijar,
O mais que lhe fazes, rosa,
É surrir e é corar.
E quando a sonsa da abelha,
Tam modesta em seu zumbir,
Te diz:—‘Ó rosa vermelha,
Bem me pódes acudir:
Deixa do caliz divino
Ai, que não te intendo, flor!
Se a borbuleta vaidosa
A desdem te vai beijar,
O mais que lhe fazes, rosa,
É surrir e é corar.
E quando a sonsa da abelha,
Tam modesta em seu zumbir,
Te diz:—‘Ó rosa vermelha,
Bem me pódes acudir:
Deixa do caliz divino