E de mim se quizeres.’
Tal me fallou a minha bella deusa
Que tantas gargalhadas,
Nos dias folgasões de nosso tempo,
Nos fez dar tantas vezes
Quando na voz roufenha
Do nosso mathematico Alvarenga.[3]
Ás mãos cheias vertia
Pilherias do Kai-Pira e Sganarello,[4]
Do impulhado Avarento.