Este indigno furor.
Mas oh! não te amo, não.
E infame sou, porque te quero; e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti medo e terror...
Mas amar!... não te amo, não.
XXII.
NÃO ES TU.
Era assim, tinha esse olhar,
A mesma graça, o mesmo ar,
Corava da mesma côr,