E por tudo quanto eu cria

Quando me era dado crer!

Bem fadada seja a vida

Que por éstas folhas brancas[11]

Sua historia hade escrever!

Que as dores lhe venham mancas

E com azas o prazer!

Ésta sina que lhe dou,

Bruxa não n’a adivinhou,

Nem duende m’a insinou: