Esse fogo de amor delicioso
Que primeiro nos faz palpitar!...
Oh! não vas, donzellinha innocente,
Não te vas a esse ingano intregar:
É amor que te illude e te mente,
É amor que te hade mattar!
Quando o sol n’estes montes desertos
Deixa a luz derradeira apagar,
Com as trevas da noite que espanta
Véem os anjos do inferno incubertos