Do meu quadro, na verdade,

Tenho vaidade.

IX.
VOZ E AROMA.

A brisa vaga no prado,

Perfume nem voz não tem;

Quem canta é o ramo agitado,

O aroma é da flor que vem.

A mim, tornem-me essas flores

Que uma a uma eu vi murchar,

Restituam-me os verdores