E de ti só foge o mal
Que te não póde incarar.
XIII.
ADEUS, MÃE!
—‘Adeus, mãe! adeus, querida,
Que eu ja não posso co’a vida,
E os anjos chamam por mim.
Adeus, mãe, adeus!... Assim,
Juncta os teus labios aos meus,
E recebe o último adeus
N’este suspiro... Não chores,