E quasi a surrir, dizia:
—‘Que tem este filho agora,
Que tanto pésa? Não posso...’
E uma a uma, osso por osso,
Com a mão trémula tenta
As mãosinhas descarnadas,
As faces cavas, myrradas,
A testa inda morna e lenta.
—‘Que febre, que febre!’ diz;
E em tudo pensa a infeliz,