Não o póde apagar

Nos corações da gente portugueza

Esse rancor de fera

Que em almas negras, negro e vil impera.

Tu, genio da Harmonia,

Tu sólta a voz em que triumpha a glória,

Com que suspira amor!

Bella d’enthusiasmo e de fervor,

Ergue-te, ó Rossi, tua voz nos guia:

A tua voz divina