Metter toda Lisboa n’um chinello;

Ja por boas, luzentes amarellas

Serodeo compra fidalguesco fôro...

D’antes—que hoje a visita da saude,

Em cheirando a caturra, a bordo o prende,

E é ja barão quando põe pé em terra.

Ei-lo que alteia os hombros incolhidos,

Intufa em vento as bochechudas belfas,

Impina a pansa, ingrossa a voz pausada,

E no tropel dos nobres involvido,