Da nevoa rara e fina que extendêra

A manhan sôbre as flores; o gorgeio

Das aves inda timido e infantil...

Era um dia de Abril.

E nós iamos lentos passeiando

De vergel em vergel, no descuidado

Socêgo d’alma que se está lembrando

Das luctas do passado,

Das vagas incertezas do porvir.

E eu não cançava de admirar, de ouvir,