Das vaidades da terra.

E o velho duque, o velho homem d’Estado,

Ao fallar d’essa guerra

Distante—e das paixões da humanidade,

Surria malicioso

D’aquelle surrir fino sem maldade,

Que tam seu era, que, entre desdenhoso

E benevolo, a quanto lhe sahia

Dos labios dava um cunho de nobreza,

De razão superior.