Tu não o ergueste d’esse baixo estado
Em que só por tua glória se affadiga!
O ingenho que te inveja mallogrado
Toda a nação de meritos amiga,
Tu na vida em miserias o deixaste,
E em leito vil á fome o assacinaste!
III.
Vai! Sua glória é mais hoje a maravilha
Das gentes, porque mais o perseguiste;
Morre o teu nome quando o seu mais brilha,