Quero dizer—orneou:

—‘Tenho um favor que te pedir, Esopo:

No apologo primeiro

Que em lingua traduzires da tua gente,

Não me faças tam zôpo

Como, useiro e veseiro,

Fazes constantemente.

Em meus discursos mette alguma graça

E pilherias com sal e com finura,

Que eu, a zurrar, sou forte na chalaça.’