Ja tenho, meu Eloy,[6] tudo inmallado;

Fica até no bahu o estro fechado.

Mas antes de partir,

Quero contar-te um conto, que hasde rir.

Hontem o incontrei

N’aquelle teu Pignotti tam magano;

E, se em meu Portuguez não desbotei

As côres do Italiano,

Hasde-lhe achar a graça que eu lhe achei.

Vou abrir o bahu, e venha o estro!