De antigo, velho riço,

E da côr de bandeira em quarentena.

N’um frangalho da tal coisa amarella

Lhe pendia, á feição de bambinella,

Não Tusão de Oiro ou a Pollar estrêlla,

Vermelho Christo ou roxo San’ Thiago,

Mas o instrumento aziago...

Certo tubo que todos conhecemos,

Que no lúbrico pau escorregando,

Emquanto vai e vem assim brincando,