Que n’aquelle ai a assaltaram.

VI

—‘Filha, filha... a ésta hora!

Que succedeu?... que tens tu?’

Callada Adozinda chora.

—‘Ai, não, não me chameis filha!’

Rompe em fim, a soluçar,

Nadando n’um mar de pranto.

Pasmo, terror, maravilha,