Como se fôra quebrar,

Traz d’amargo pranto um rio,

Que dos olhos vem a fio

As maternas mãos banhar;

As mãos que ella aperta e beja,

E que o pranto que gotteja

Ja não sentem derramar.

VIII

Volve a ti, mãe desgraçada,

Volve, que o morrer agora