‘Irás, filha, a Dom Sisnando

E lhe dirás que...’

—‘Senhora!’

Interrompe ella chorando

—‘Que’ torna a mãe ‘quando a hora

Da meia-noite soar,

Em teu quarto o hasde esperar.

Não temas, filha, não tremas,

Não chores, minha Adozinda,

Querida filha, não gemas,