Do intento abominoso
Nada resta a consummar.
Ja tristemente acordou
De seu delirio fatal,
E surrindo amargamente,
Á infeliz assim fallou:
—‘E era por isto... innocente!
Que tanto se recatava
Tua virtude fingida?
Ah! essa alma corrompida
Do intento abominoso
Nada resta a consummar.
Ja tristemente acordou
De seu delirio fatal,
E surrindo amargamente,
Á infeliz assim fallou:
—‘E era por isto... innocente!
Que tanto se recatava
Tua virtude fingida?
Ah! essa alma corrompida