Que, ha muito, morta julgavam.
—Outra vez se torna a ouvir
O mesmo clamor sahir
Da torreada prisão:
—‘Uma sêde, uma só d’agua,
Uma só por compaixão,
Que me abraso n’esta fragua,
Que me estalla o coração!’
IV
A todos se commoveu
Que, ha muito, morta julgavam.
—Outra vez se torna a ouvir
O mesmo clamor sahir
Da torreada prisão:
—‘Uma sêde, uma só d’agua,
Uma só por compaixão,
Que me abraso n’esta fragua,
Que me estalla o coração!’
A todos se commoveu