Pasmados, fixos... e a luz

Que d’elles sai é tam viva

Que a espaços da vista priva

Quem de perto os quer fitar!

As mãos cruzadas no peito,

Vagaroso seu andar,

Tam pesado e de tal geito

Que faz um echo tremendo

Quando os passos vai movendo,

E como que a terra e o ar,