Em pé está Dom Sisnando:
Vivo está, morto parece,
Tam negro veo lh’innoitece
O verde-pallido rosto,
Onde o seu sêllo ja pôsto
Tinha o archanjo da morte.
XIV
De joelhos o ermitão,
Com a cabeça cuberta,
Á porta da tôrre aberta
Em pé está Dom Sisnando:
Vivo está, morto parece,
Tam negro veo lh’innoitece
O verde-pallido rosto,
Onde o seu sêllo ja pôsto
Tinha o archanjo da morte.
De joelhos o ermitão,
Com a cabeça cuberta,
Á porta da tôrre aberta