Pela filha, que não via,

Não se atreve a perguntar,

Mas ao quarto da princeza

Foi direito sem parar:

—‘Minha filha, minha filha!

Que tens tu, filha querida?’

E ella abria os olhos turvos

Que ja não teem quasi vida...

‘Ametade do meu reino,

Da minha c’roa real,