Seja quem for, será teu:

Jurei-o por tua vida.

‘Seja elle ou ricco ou pobre,

Seja fidalgo ou peão,

Desde já por genro o tómo,

E aqui lhe dou tua mão.’

Como quem o último esfôrço

De doce mágoa fazia,

Com ineffavel brandura

Os olhos ao pae erguia;