E onde, uma noite sem lua
Que as estrellas mais brilhavam,
Houve quem visse nos ares
Umas roupas que alvejavam,
E descer a pouco e pouco,
E aopé da infanta parar
Um vulto... visão... ou sombra...
Mas sombra de luz sem par:
E foi desd’aquella noite
Que a não viu mais rir ninguem.