Mas este anjo de innocencia

Não sou eu que offenderei.

Tem verdes parras a vinha;

Lindas uvas que eu lhe achei,

Tenho medo que me travem...

D’ellas, ai! não comerei.

VI

Ja vinha arraiando o dia,

E elle, como vos contei,

Ouve apitar o mordomo...