Ouviu uma voz celeste
Como tal nunca ouvirei,
Cantando em doce toada
Este triste vireley:
—‘Já fui vinha bem cuidada,
Bem querida, bem trattada:
Como eu medrei!
Ora não sou nem serei:
O porquê não sei
Nem n’o saberei!’
Ouviu uma voz celeste
Como tal nunca ouvirei,
Cantando em doce toada
Este triste vireley:
—‘Já fui vinha bem cuidada,
Bem querida, bem trattada:
Como eu medrei!
Ora não sou nem serei:
O porquê não sei
Nem n’o saberei!’