Fazem sombra as larangeiras,
Goivos lhe dão cabeçal.
Mas fortuna, que não deixa
A nenhum bem sem dezar,
Faz que um monteiro d’elrei
Por alli venha a passar.
—‘Oh monteiro, do que viste,
Monteiro, não vás contar:
Dou-te tantas bolsas de oiro
Quantas tu possas levar.’