Não se póde consolar;
Deixá-la por essa moira,
Deixá-la com tal dezar!
E a noite é escura cerrada,
Noite negra sem luar...
Ella sósinha ao balcão
Assim se estava a queixar:
—‘Rei Ramiro, rei Ramiro,
Rei de muito mau pezar,
Em que te errei d’alma ou corpo,