Viu que entrava a soluçar,

E as lagrymas, quatro e quatro,

Nas mãos sentia rollar:

—‘Que tem o bom do romeiro,

Que lhe dá tanto pezar?

Diga-me las suas penas

Se lh’as posso alliviar.’

—‘Minhas penas não são minhas,

Que aos mortos morre o penar;

Mas a vida que eu perdi