Sanctiago, e a mattar!’

Abertas estão as portas

Da tôrre de par em par.

Nem atalaias nos muros,

Nem roldas para as velar...

Os moiros despercebidos

Sentem-se logo apertar

De um tropel de leonezes

Ja portas a dentro a entrar.

Deixa a bozina Ramiro,