D’aquem não ha que fiar.’

Á poppa vai Dom Ramiro

De sua galé real,

Leva a rainha á direita,

Como quem a quer honrar:

Ella, muda, os olhos baixos

Leva n’agua... sem olhar,

E como quem de outras vistas

Se quer só desaffrontar.

Ou Dom Ramiro fingia