Lhe bebe o perfume em vão.
IV
Quinze annos tem Adozinda;
E desd’a vez que o romeiro
Do saio pardo e grosseiro
Lhe fallou ao seu balcão,
Faz tres para o San-João.
V
E Adozinda sempre triste
Vai sosinha pelo eirado
Lhe bebe o perfume em vão.
Quinze annos tem Adozinda;
E desd’a vez que o romeiro
Do saio pardo e grosseiro
Lhe fallou ao seu balcão,
Faz tres para o San-João.
E Adozinda sempre triste
Vai sosinha pelo eirado