—‘Por bem, por bem!’ grasna a tonta,
De má malicia cuidando
Co’a chocalheira da lingua
Andar o caso inredando.
Mas quer Deus que os chocalheiros
Guardem ás vezes fallando
O segredo dos sisudos
Que elles não guardam callando
Riu-se a rainha da pêga,
E ficou acreditando