Com o som festivo acordou.

—‘Viva, viva Dom Sisnando!’

E o tropel que dobra e cresce,

E ás portas que chega o bando

Dos guerreiros triumphantes.

Do corcel suberbo desce

E aos braços anhelantes

Da cara espôsa voou.

Doce amor que os apertou

Não lhes deixou mais sentidos