Cora Adozinda, suspira,
E—‘Pae!’ disse em voz tremente
Submissa...—; languidamente
Ajoelha, osculo frio
Na paterna mão imprime:
Pranto que atelli reprime,
Corre agora em sôlto rio.
—‘Que tens tu, filha querida,
Que assim choras tam carpida?
É teu pae, que hade querer-te,