Não tolhem ás aguas claras
De brilhar co’a luz nocturna,
Menos resplendente e fúlgida,
Porêm mais suave e placida,
Mais amavel que a diurna.
Manso o vento, que murmura
Entre as folhas brandamente,
Convida suavemente
A respirar, a bebê-la,
Essa fresca viração,