Do peito lhe véem bradando;

Porêm fugir de Adozinda

Não póde o triste Sisnando.

Ella acorda, e em voz sumida:

—‘Piedade, senhor, piedade!...’

Só pôde dizer: perdida

Nos echos da soledade

Vai soando e murmurando

A voz triste e condoida.

Ouve-a elle; e o coração