Alli estava a aia discreta
Em quem toda se fiava:
—‘Ves, aia, aquelle ceifeiro
Que anda n’aquella cegada?
Condes, duques, cavalleiros,
Nenhum que o ceifeiro valha.
Vai-m’o chamar em segredo,
Que ninguem não saiba nada.’
—‘Bom cegador, vem commigo,
Que te quer fallar minha ama.’