Dizei vós, senhora minha,

Onde é a vossa cegada.’

—‘Não é no monte ou no valle,

No baldio ou na coitada;

Cegador, é nos meus braços,

Que de ti estou namorada.’

Passou todo aquelle dia[91],

O mais da noite passava,

Ceifando vai o ceifeiro...

Bem sabe elle o que ceifava!