A Dita e a Fermosura,

Dizem patranhas antigas,

Que pelejaram um dia,

Sendo d’antes muito amigas.

Muitos hão[116] que é phantesia:

Eu, que vi tempos e annos,

Nenhuma coisa duvido

Como ella é azo de damnos[117].

Nem nenhum mal não é crido,

O bem so é esperado: