Eu de mi gemidos dando,

Fui-me para ella chorando

Para a haver de consolar...

N’isto pôs-se o sol ao mar,

E feze-se noite escura,

E disse mal á ventura

E á vida, que não morri...

E muito longe d’alli,

Ouvi de um alto oiteiro

Chamar:—‘Bernardim-Ribeiro!’