Quero só que Anninhas[129] me insine o caminho.’
—‘Toma a roca, Anna, carrega-a de linho,
Vai com o pobre cego, pô-lo a caminho.’
—‘Espiou-se a roca, acabou-se o linho,
Fique embora o cego, que este é o seu caminho.’
—‘Anda mais, Anninhas, mais um bocadinho,
Sou um pobre cego, não vejo o caminho.’
—Ai! arreda, arreda para este altinho,
Que ahi véem cavalleiros por esse caminho.’
—‘Se vêem cavalleiros, vêem de vagarinho,