A peregrina a expirar.
—‘Ai penas de minha vida,
Ai vida de meu penar!
Que farei d’esta lindeza
Que em meus braços vem finar?’
Do alto de sua tôrre
A dama estava a raivar:
—‘Levá-la d’ahi, cavalleiro[19],
E que a deitem ao mar.’
—‘Tal não farei eu, senhora,