Para que quero viver,
Poisque sempre heide ser
Do meu filho tam penada
Como uma triste mulher?
Pois tão triste heide ser
Por meu filho muito amado,
Nunca tomarei prazer,
Senão tristeza e cuidado.
DIZ O IMPERADOR
—Não façais tantos extremos,
Para que quero viver,
Poisque sempre heide ser
Do meu filho tam penada
Como uma triste mulher?
Pois tão triste heide ser
Por meu filho muito amado,
Nunca tomarei prazer,
Senão tristeza e cuidado.
DIZ O IMPERADOR
—Não façais tantos extremos,