Para n’elle campear—RIBATEJO.
[84] A licção de Lisboa acaba aqui o romance por differente modo. Deixando o sobrenatural da tentação do demonio que toma a fórma de gageiro para tentar o capitão n’aquelle perigo, dá por verdadeira a apparição da terra, e conclue assim:
—‘Que queres tu, meu gageiro,
Que alviçaras te heide eu dar?’
—‘Eu quero a nau Cathrineta
Para n’ella navegar.’
—‘A nau Cathrineta, amigo,
É d’elrei de Portugal.
Mas ou eu não sou quem sou,
Ou elrei t’a hade dar.’