Que lindos olhos cubria!

Cavalleiro vai traz d’ella,

De má tenção que a seguia[1]!

Não a alcança, por mais que ande,

Alcançá-la não podia

Senão juncto a essa oliveira[2]

Que está no adro da ermida.

Á sombra da árvore benta

A romeira se accolhia:

—‘Eu te rogo, cavalleiro,